JOGADOR NÃO É REMÉDIO!
Estamos na segunda rodada do brasileirão e sem muitas surpresas positivas para o futebol cearense.
Acabado o campeonato baião-de-dois, ficaram duas perguntas no ar: a primeira sobre o desempenho dos dois grandes na série B, olhando-se pelo que apresentaram no final do campeonato estadual. O campeão Fortaleza com uma drástica queda de produção na partida final, ao ponto de ser massacrado naquele jogo e salvo pelo bom momento do jovem goleiro Douglas e o vice, Ceará, com vertiginoso crescimento de produção nos dois últimos confrontos, causando sérias preocupações à massa tricolor.
Essas duas situações divergentes deixaram perplexidade ao torcedor, que se perguntava: o Ceará vai manter esse pique no início do brasileirão? O Fortaleza corrigirá o alegado cansaço e iniciará uma boa jornada?
Essas perguntas estão sendo respondidas em campo com as participações dos dois no inicio da competição.
E são mais ou menos o espelho das finais.
No tricolor do Pici, se a queda deveu-se ao cansaço, este permanece, acrescido de algumas outras situações que o comando técnico do Fortaleza não quer admitir. Como, por exemplo, o mau sistema de marcação.
Contra o Fortaleza a festa do adversário começa com um passeio pela intermediária, onde seus homens de contenção não marcam ninguém, e termina em sufoco no sistema defensivo.
No Ceará, a simples chegada de um jogador, Arlindo Maracanã, causou reboliço na movimentação alvinegra, mas faltou o gol para complementar esse crescimento. E se as mudanças trouxeram promessas técnicas de melhores momentos, essa melhoria ainda vai demorar a aparecer porque não se ganha força coletiva (entrosamento) da noite para o dia, sobretudo num campeonato longo mas de pouco espaço temporal para aprimoramentos técnico-táticos.
A segunda pergunta refere-se a contratações.
Constelações estão desembarcando no aeroporto.
Tanto Ceará quanto Fortaleza estão realizando as suas contratações, mas os efeitos são imprecisos.
E quem não se cuidou desde o inicio do estadual em renovar seus times, não será agora, a toque de caixa, que armará uma equipe competitiva para almejar uma classificação.
Daqui para o final do brasileirão série B muita coisa vai acontecer e é prematuro prever o futuro.
A receita seria preparar as equipes com as contratações, antes
Mas em cima da hora parece remédio.
E jogador não é remédio!
CURTA & RÁPIDAS
A FÍSICA DAQUI E A LÁ DE FORA
Qual a diferença entre os preparadores físicos daqui e os de fora?
Flamengo veio, deu um show de preparação física. Vasco também.
Por que sempre vem gente de fora para preparador físico e os times daqui não correm nada?
ESTOU COM OS TÉCNICOS
Uma perguntinha imbecil, inútil e sem nenhum sentido:
Qual é a importância de um cinegrafista filmar e gravar um treino de um time de futebol?
Um fotógrafo pode usar suas fotos para ilustrar uma matéria de jornal, mesmo porque nem todas serão publicadas.
Mas, e a gravação de um treino serve a quem?
E o técnico que passou noites sem dormir, imaginando jogadas para vencer o adversário, como fica ao vê-las expostas na televisão?
Jogadas técnicas são como fórmulas de bebidas, sente-se seus efeitos.
Nenhuma fórmula é revelada antes de se beber.
Por que no futebol tem que ser diferente?
Fico ao lado do técnico.
domingo, 17 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
O CONTRA FOGO ALVINEGRO.
Ceará faz treino secreto.
Na hora da onça beber água vale tudo.
Esconder o treino também faz do jogo.
É como se um inimigo estivesse morrendo de sede e o adversário fosse lá e colocasse veneno na água.
O inimigo não sabe, vai com sede ao pote, bebe e se dá mal.
Treinador, como se sabe, dorme com uma bola sob a cabeça, como se fosse travesseiro.
Sonha criando jogadas para confundir e vencer o adversário.
Nos dias de hoje, a mídia tem tido muitos repórteres curiosos, que querem, e às vezes pensam que entendem tanto, e muitas vezes mais do que o treinador.
Pode até ser que seja verdade, mas técnico de futebol tem sofrido muito com a mídia.
Ele acorda do sonho com uma jogada imaginada, vai para o treino, conversa com os jogadores, coloca no campo a jogada prevista, ensaia diversas vezes, repete tanto quanto for necessário para, acabado o trabalho, chegando em casa, liga o rádio ou a TV e lá está um repórter gasguitando o que ele trabalhou exaustivamente, ou vê no jornal da noite sua jogada sendo exibida para o adversário e o mundo.
Certa vez toquei nesse assunto, quando comentava para a Rádio Transamérica FM.
Mas contrapuseram que em jornalismo nada deveria deixar de ser informado.
Então, que o treinador tome suas precauções.
Zé Teodoro está certo.
Se vai vencer o jogo ou não, só depende do outro lado.
Afinal, o Fortaleza venceu o primeiro jogo da série decisiva, tem a vantagem de jogar por um empate, sua torcida está com toda a corda, inflamada, e o time não poderia estar de fogo morto.
Mirandinha deve estar a todo o momento jogando lenha na fogueira da moçada, no bom sentido, para inflamá-los cada vez mais para o jogo decisivo.
Ao Ceará, sua torcida e seu treinador Zé Teodoro, cabe apagar esse fogo.
Ceará faz treino secreto.
Na hora da onça beber água vale tudo.
Esconder o treino também faz do jogo.
É como se um inimigo estivesse morrendo de sede e o adversário fosse lá e colocasse veneno na água.
O inimigo não sabe, vai com sede ao pote, bebe e se dá mal.
Treinador, como se sabe, dorme com uma bola sob a cabeça, como se fosse travesseiro.
Sonha criando jogadas para confundir e vencer o adversário.
Nos dias de hoje, a mídia tem tido muitos repórteres curiosos, que querem, e às vezes pensam que entendem tanto, e muitas vezes mais do que o treinador.
Pode até ser que seja verdade, mas técnico de futebol tem sofrido muito com a mídia.
Ele acorda do sonho com uma jogada imaginada, vai para o treino, conversa com os jogadores, coloca no campo a jogada prevista, ensaia diversas vezes, repete tanto quanto for necessário para, acabado o trabalho, chegando em casa, liga o rádio ou a TV e lá está um repórter gasguitando o que ele trabalhou exaustivamente, ou vê no jornal da noite sua jogada sendo exibida para o adversário e o mundo.
Certa vez toquei nesse assunto, quando comentava para a Rádio Transamérica FM.
Mas contrapuseram que em jornalismo nada deveria deixar de ser informado.
Então, que o treinador tome suas precauções.
Zé Teodoro está certo.
Se vai vencer o jogo ou não, só depende do outro lado.
Afinal, o Fortaleza venceu o primeiro jogo da série decisiva, tem a vantagem de jogar por um empate, sua torcida está com toda a corda, inflamada, e o time não poderia estar de fogo morto.
Mirandinha deve estar a todo o momento jogando lenha na fogueira da moçada, no bom sentido, para inflamá-los cada vez mais para o jogo decisivo.
Ao Ceará, sua torcida e seu treinador Zé Teodoro, cabe apagar esse fogo.
E o treino secreto não é nada mais do que o contra fogo alvinegro.
terça-feira, 28 de abril de 2009
MIRANDINHA PÔS O OVO EM PÉ.
Lembram da fábula do homem que pôs o ovo em pé?
Ninguém lembrou que era tão simples por um ovo em pé!
Treinador de futebol às vezes se transforma no homem da fábula e consegue também por um ovo em pé.
Domingo que passou, dois treinadores tentavam por um ovo em pé.
Mirandinha e Zé Teodoro se dispuseram equilibrar suas equipes, na tentativa de que, aquele que ficasse mais em pé durante toda a partida venceria o jogo.
Para equilibrar seu time, Zé Teodoro teve quase um mês para arranjar um posicionamento, que permitisse seu time ficar em pé no primeiro jogo da decisão.
E teve ainda o retorno daqueles que estiveram fora do time no final da participação da equipe no segundo turno.
Time completo, descansado, era tentar por o ovo em pé.
A fórmula bastante conhecida: dois alas com caracteristicas diferentes, mas muito eficientes dentro de suas funções, porque um tem muita força e velocidade quando vai para o apoio, e o outro de excelente qualidade com a bola no pé, mercê de seu bom passe, capaz de colocar um atacante na cara do gol em lançamento longo; um miolo de zaga que demonstrou segurança e entrosamento ao longo do campeonato; um volante de pegada forte e outro que marca, mas que sai para o apoio e é bom nessa função; dois meias habilidosos, que sempre chegam e concluem bem; um atacante matador e outro veloz e habilidoso para desmanchar o sistema de defesa do adversário.
Esse era o time do Ceará. O ovo que seu técnico Zé Teodoro apostava que ficaria de pé. Isto é, venceria o jogo e daria um grande passo para roubar o tri do adversário.
Do outro lado Mirandinha tentava anular todas essas características do alvinegra, que o transformava em um time de muita força técnica.
Que fez, então?
Usou o simples para diminuir o potencial técnico do adversário.
Para o velocista e habilidoso Misael, fez encostar nele a juventude e força de Gilmak e deixou com Sérgio Alves um dos dois homens da sobra.
Coutinho virou a sombra de Alex Gaibu, de tal forma que o rastro de um coincidia com o do outro. E Álvaro Bufalo, enquanto esteve em campo, roubava até o oxigênio que Geraldo tentava respirar.
Pegou Bismark e Wanderlei e colou cada um nos alas do Ceará.
Bismark não deixou Fábio Vidal sair ou armar de longe, nem Wanderlei deu trela para as saidas de Boiadeiro. Ali a briga foi boa. Dois velocistas e um risco para a defesa alvinegra: se Boiadeiro saisse para o apoio, levava bola nas costas.
E Cleisson segurou Chicão enquanto teve fôlego. Este não saiu uma vez sequer para apoiar.
Neutralizando a qualidade técnica do Ceará, noves fora a arbitragem, Mirandinha quebrou a casca do adversário e pôs o ovo em pé.
terça-feira, 14 de abril de 2009
CRUZETAS QUE NÃO LEVAM A NADA.
Arnaldo Lira chega ao final do campeonato que pedia a Deus para acabar.
Nada ganhou com o Ferroviário.
Técnico de atitudes controversas fez um campeonato utilizando métodos que contrariam a lógica de outros treinadores.
Enfezado, colocou o artilheiro no banco e escalou mediocridades.
Trocou a certeza da boa finalização por promessas duvidosas.
Em qualquer lugar do mundo, quem entra no jogo e permanece como titular é quem faz os gols.
E a escalação dele é repetida para crescer coletivamente com a equipe.
O artilheiro tem prioridade em qualquer time, seja ele uma pessoa tranqüila ou temperamental, ágil ou lento, falador ou calado, é ele quem joga.
Um técnico de futebol dorme com uma bola sob a cabeça e sonha criando jogadas que redundem em gols.
E a glória é ter quem os faça.
E quer esse artilheiro de qualquer maneira!
O Ferroviário tem esse jogador, que a birra de seu treinador pouco o deixou jogar.
Não se dirige futebol com pirraça.
O resultado desse desequilíbrio foi danoso para o clube.
Arnaldo Lira está indo embora.
Vai orgulhoso de ter contrariado, de não sucumbir à realidade dos fatos, de ter colocado no banco o goleador, o artilheiro do time.
Atrás fica o Ferroviário e sua torcida, mais uma vez decepcionada com a desclassificação do clube, e que poucos entendem por quê.
O pior de tudo foi ver a complacência de seu presidente, suportando as diatribes do treinador, sem contestá-lo.
O presidente do Ferroviário chegou ali com cara de bobo, e comportou-se como tal até pouco tempo atrás.
Hoje, de bobo só tem a cara.
Qualquer outro presidente cobraria uma satisfação ao treinador, do por que colocar no banco o seu principal goleador.
O presidente do Ferroviário ao invés de contestar, preferiu assistir à decepção de seu torcedor com os espetaculosos jogadores que seu treinador escalava...
Artilheiros de nenhum gol.
Aliás, de gols nenhum.
Mas titulares absolutos, talvez por acertos extra-campo, de um clube que quer se manter como a terceira força do futebol cearense.
O curioso é que treinador que deixa o goleador no banco, sempre perde o emprego.
O Ferroviário, estranhamente, garante o de seu treinador.
Essas cruzetas poderão surtir efeitos para poucos, mas não levará o Ferroviário a lugar nenhum.
Arnaldo Lira chega ao final do campeonato que pedia a Deus para acabar.
Nada ganhou com o Ferroviário.
Técnico de atitudes controversas fez um campeonato utilizando métodos que contrariam a lógica de outros treinadores.
Enfezado, colocou o artilheiro no banco e escalou mediocridades.
Trocou a certeza da boa finalização por promessas duvidosas.
Em qualquer lugar do mundo, quem entra no jogo e permanece como titular é quem faz os gols.
E a escalação dele é repetida para crescer coletivamente com a equipe.
O artilheiro tem prioridade em qualquer time, seja ele uma pessoa tranqüila ou temperamental, ágil ou lento, falador ou calado, é ele quem joga.
Um técnico de futebol dorme com uma bola sob a cabeça e sonha criando jogadas que redundem em gols.
E a glória é ter quem os faça.
E quer esse artilheiro de qualquer maneira!
O Ferroviário tem esse jogador, que a birra de seu treinador pouco o deixou jogar.
Não se dirige futebol com pirraça.
O resultado desse desequilíbrio foi danoso para o clube.
Arnaldo Lira está indo embora.
Vai orgulhoso de ter contrariado, de não sucumbir à realidade dos fatos, de ter colocado no banco o goleador, o artilheiro do time.
Atrás fica o Ferroviário e sua torcida, mais uma vez decepcionada com a desclassificação do clube, e que poucos entendem por quê.
O pior de tudo foi ver a complacência de seu presidente, suportando as diatribes do treinador, sem contestá-lo.
O presidente do Ferroviário chegou ali com cara de bobo, e comportou-se como tal até pouco tempo atrás.
Hoje, de bobo só tem a cara.
Qualquer outro presidente cobraria uma satisfação ao treinador, do por que colocar no banco o seu principal goleador.
O presidente do Ferroviário ao invés de contestar, preferiu assistir à decepção de seu torcedor com os espetaculosos jogadores que seu treinador escalava...
Artilheiros de nenhum gol.
Aliás, de gols nenhum.
Mas titulares absolutos, talvez por acertos extra-campo, de um clube que quer se manter como a terceira força do futebol cearense.
O curioso é que treinador que deixa o goleador no banco, sempre perde o emprego.
O Ferroviário, estranhamente, garante o de seu treinador.
Essas cruzetas poderão surtir efeitos para poucos, mas não levará o Ferroviário a lugar nenhum.
MATUTANDO SOBRE PATIFARIAS
Tenho viajado bastante no exercício de minha profissão.
Tenho viajado bastante no exercício de minha profissão.
O blog tem ficado um pouco de lado e peço desculpas ao nosso freqüentador por não atualizá-lo com mais freqüência.
Nessas andanças, ouvi uma conversa entre dois cidadãos que julgo serem funcionários públicos, não sei se federais ou do estado.
Há duas ou três semanas eu estava em Sobral e almoçava em um restaurante.
Estava acabando o almoço, quando entraram.
Já vinham conversando sobre um assunto, que de inicio não pude captar.
Um deles frisava:
“Pura sacanagem! Se fosse eu entregava esse troço e ia cuidar de minha vida, rapaz!”
E continuou:
“Meu amigo, ficar a mercê desses pilantras.. ficava nada!
O sujeito ficar agüentando determinadas pessoas, que só fazem sugar o futebol e nada dão em troca, é dose amigo!”
O outro, que parecia já estar a par da conversa, completou:
Cara, tá na hora desse homem tomar uma posição mais firme! Ele não é obrigado a aceitar essas coisas, não!
O primeiro voltou a falar irritado:
“Ele é muito paciente, educado, mas se fosse eu convocaria uma entrevista coletiva com os colegas do pilantra e jogava na rua tudo que estão fazendo!
É brincadeira, rapaz! Uma pessoa como o Leitão ser encostado no canto da parede por um filho da p... daquele, que usa o Ceará a todo instante para crescer, e ainda fica ameaçando os outros!”
O segundo completou:
“Entregava na hora!... Ia ficar fazendo o quê? Sendo besta?
Não ganha nada, ainda gasta do dele com o time, e tem que tolerar essas fuleiragens, homem?”
E perguntou ao primeiro: “quem te falou esse negócio?”
Respondeu o outro: “Na repartição tá todo mundo sabendo, homem!”
E o que é mesmo que ele queria? Quis saber ainda o primeiro.
“Ele propôs ao Leitão que o apoiasse na eleição para deputado. O Leitão disse que não iria apoiar ninguém não, porque não era político e isso não lhe interessava. E mesmo assim a eleição ainda estava muito longe!...
Então o pilantra disse para o Leitão, que se ele não o apoiasse para deputado, ele mesmo iria se candidatar a presidente do Ceará! Aí o Leitão falou que não sabia nem se se candidataria! E que não tem nem interesse mais nisso!”
E ai? Quis saber mais.
“Aí é que o Leitão foi proibido até de dar entrevista na rádio dele!”
O outro arrematou: “rapaz eu botava a boca no trombone e caia fora!...
A torcida do Ceará fica voando, pensando que tudo está bem e os caras boicotando o presidente para se aproveitar dela mesma...
O de bigode falou: o Leitão está se comportando como um mama na égua.”
Paguei meu almoço e saí estrada a fora, matutando sobre patifarias...
domingo, 12 de abril de 2009
TENTANDO SE LEVANTAR.
Ceará aguarda o adversário para a final de campeonato.
Ceará aguarda o adversário para a final de campeonato.
Segundo turno em sua fase de conclusão e a crítica sondando adversários
Alvinegro mexeu no comando técnico, se deu mal.
Arrependeu-se, praticou o ato de contrição e fez retornar o comando do inicio do turno.
Pareceu a história do filho pródigo, mas só pareceu.
Gente barbada, viajada, larga experiência, nada tem a ver com menino revoltado.
Mas, vamos ao que interessa.
Escrevi aqui que uma conversa com Zé Teodoro, naquele momento, seria a atitude mais correta para reconduzir o time para novas vitórias.
Mudar não traria tranqüilidade, mesmo porque não daria tempo, como não deu.
Eis que Zé Teodoro retorna e lhe dão uma responsabilidade maior do que a que já possuía: rearrumar o time e ganhar o campeonato.
A tarefa é normal.
Todo técnico tem como tarefa principal ganhar campeonatos.
Difícil cumpri-la. O adversário arrumou-se e pode vir de garras à mostra.
Porque cresceu técnica e coletivamente.
Ao Zé Teodoro cabe levantar a moral da moçada e utilizar o tempo que resta para restabelecer a competitividade do alvinegro.
Trabalho não muito fácil, mas não impossível.
Afinal, os jogadores são os mesmos, não desaprenderam a jogar, e só foi perdida a confiança, que uma boa conversa bem conduzida pode restabelecê-la.
Além disso, é só rearrumar um setor que o outro desarrumou: a defesa.
Mesmo assim, a situação não é fácil.
Dos dois corredores, um disparou na reta final.
O outro está tentando se levantar para recomeçar uma corrida.
domingo, 22 de março de 2009
JOÃO NETO - SÓ DEPENDE DELE
PATINANDO...
Tenho criticado a postura do jogador João Neto, atacante do Ferroviário.
Um homem de frente que não chuta, não procura definir de média distância, dificilmente se dá bem como atacante.
A finalização não se restringe a concluir uma bola que sobra do zagueiro, ou vinda do lado, quando o jogador se antecipa e marca.
Um homem de frente que não chuta, não procura definir de média distância, dificilmente se dá bem como atacante.
A finalização não se restringe a concluir uma bola que sobra do zagueiro, ou vinda do lado, quando o jogador se antecipa e marca.
Saber concluir essas bolas é fundamental.
O mundo esportivo está repleto de atacantes oportunistas.
Mas existem também os que sabem virar um bola de meia distância, da entrada de grande área.
Quando se joga contra uma defesa fechada, saber ou ter o poder de finalizar de meia distância é muito importante.
Por outro lado, João Neto tem sido fundamental na quebra de estrutura das defesas adversárias, porque, habilidoso, consegue desmontar sistemas de marcações severos.
Mas, é quando seus companheiros de frente não conseguem, num momento feliz, fazer os gols, que essa característica de João Neto se acentua.
Dificilmente ele finaliza bem.
Como o chute é consequência de treinamento, espera-se que ele mesmo possa trabalhar para melhorar esse fundamento.
Conseguindo corrigir-se, João Neto será, com certeza, um dos grandes nomes desse futebol brasileiro.
Só depende dele!
CURTAS & RÁPIDAS
Coloco novamente este comentário Postado no blog em 26/01/2009
"O LIVRO DE PONTO DO CEARÁ
Tenho muito respeito pelos veteranos profissionais de futebol.
O mundo esportivo está repleto de atacantes oportunistas.
Mas existem também os que sabem virar um bola de meia distância, da entrada de grande área.
Quando se joga contra uma defesa fechada, saber ou ter o poder de finalizar de meia distância é muito importante.
Por outro lado, João Neto tem sido fundamental na quebra de estrutura das defesas adversárias, porque, habilidoso, consegue desmontar sistemas de marcações severos.
Mas, é quando seus companheiros de frente não conseguem, num momento feliz, fazer os gols, que essa característica de João Neto se acentua.
Dificilmente ele finaliza bem.
Como o chute é consequência de treinamento, espera-se que ele mesmo possa trabalhar para melhorar esse fundamento.
Conseguindo corrigir-se, João Neto será, com certeza, um dos grandes nomes desse futebol brasileiro.
Só depende dele!
CURTAS & RÁPIDAS
Coloco novamente este comentário Postado no blog em 26/01/2009
"O LIVRO DE PONTO DO CEARÁ
Tenho muito respeito pelos veteranos profissionais de futebol.
Todos têem uma história e eles são os escritores de seus próprios livros e suas próprias páginas.
O futebol profissional é que não permite que times de futebol se transformem em uma biblioteca.
Zé Teodoro está entre escolher pessoas que estão com todo gás para escrever seus livros, ou manter sua biblioteca improdutiva, ou correr o risco de ter seu nome apagado de outro livro, o livro de ponto do Ceará, caso os resultados continuem pífios, como estão."
PATINANDO...
Primeiro foi o Fortaleza.
Nem bem terminou o campeonato de 2008, desfez todo o time, mandando muita gente boa embora.
Tinha jogador que merecia ter ficado, mas pesou muito o salário que cada um ganhava.
Pode ter faltado grana, mas, sobretudo, faltou conversa para a permanencia de alguns.
Principalmente aqueles que formavam a espinha dorsal da equipe.
Resultado: tricolor ainda patina no campeonato e já vai para o terceiro treinador, num campeonato de dois turnos.
NO CEARÁ FALTOU CONVERSA.
Agora é o Ceará que manda o técnico embora na reta final do campeonato.
Escrevi certa vez, aqui no blog, que Misael tinha vaga neste time do Ceará.
E Zé Teodoro apostou mais nos livros velhos para manter a mesma postura do primeiro turno.
Vinha se dando mal, mas bastava uma correção de rota e acharia o caminho do sucesso perdido.
Assim como aconteceu com o Fortaleza, faltou conversa à diretoria alvinegra.
PODE DAR EM MERDA
Como treinador não é padre, que numa missa segue sempre um mesmo ritual, é lógico que o que está chegando, vai querer promover suas próprias mudanças.
Quer táticas ou técnicas.
Entendida a última como substituição de jogador.
Isso a três rodadas do final do campeonato.
Agora quem vai ter que possuir poder de assimilação são os jogadores.
O da arquibancada, meio ressabido com essa zoeira, pode estar pensando, lá com seus botões: a final do campeonato está em cima, e o Ceará mudando de treinador...
Isso pode dar em merda!
BARBATANAS DE MOLHO
Guarany pega o Ferroviário logo mais, no Junco.
Na primeira deu Ferrão, aqui.
Jogo lá é muito dificil.
Ferrão que se cuide.
Barbatanas de molho, tubarão!
CRUZETAS NO FUTEBOL
De vez em quando se houve falar de cruzeta entre treinadores e empresários.
Isso quando não envolve também os dirigentes de clubes.
O empresário emprega o treinador, que "é obrigado a empregar as bombas que aqueles mandam", como falou certa vez Jorge Luis, ex-técnico do Icasa.
A cruzeta se resume em o treinador escalar determinado jogador de um empresário.
Ou de um dirigente ou do próprio treinador.
Se a bomba estourar, isto é, virar craque, ganham os três: dirigente, técnico e empresário.
GUARANY VACINADO
Parece que o único time vacinado contra essas cruzetas é o Guarany-Sobral.
Primeiro: o Guarany é a vida do Luis Torquato, ou Luis Mago, como é chamado lá em Sobral;
Segundo: as vitórias do Guarany fazem a festa do povo sobralense e escancara o sorriso do Luis Torquato;
Terceiro: por isso é importante que o Guarany vença sempre.
Quarto: jogador que não dá no couro, ou sai ele ou o treinador.
Conclusão: não há espaço para marmotas.
ARREMATANDO
No Guarany, seja de quem for o jogador, se for bom, fica.
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