ESTE É O BLOG DO CRONISTA ESPORTIVO MARTINS ANDRADE SOBRE O FUTEBOL CEARENSE.
FUTEBOL BAIÃO-DE-DOIS - O NOSSO FEIJÃO COM ARROZ.

domingo, 6 de julho de 2008

CURTAS E RÁPIDAS

TRADUZAM
O que Luis Carlos, atacante do Ceará, quis dizer ao final do jogo quando falou que faltou companheirismo?
De quem?

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A SAIA JUSTA DE FERDINANDO TEIXEIRA..
Ferdinando Teixeira quase veste saia justa.
Achou que massacraria o Ceará após a expulsão do Marcelo Bonan.
É tanto que tirou um zagueiro para colocar mais um atacante, achando que seu time ficaria com onze o jogo todo.
Jean foi expulso, ai foi o Ceará quem cresceu pelo meio.

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LULA PEREIRA COMEÇA A ENCAIXAR
Técnico do Ceará, Lula Pereira fez uma aposta ousada quando assumiu a direção técnica do alvinegro de Porangabussu. Mandou um montão de gente embora, trouxe outro tanto.
Agora parece que a coisa começa a encaixar no Ceará.

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CABEÇA INCHADA
Deve ser como se encontra a cabeça do torcedor do Fortaleza neste domingo.
Iniciar o brasileirão no grupo dos quatro de cima e agora estar no grupo dos quatro debaixo!..

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FALTA UM BOCÃO
Pelo que se viu no jogo de ontem, falta uma pessoa que comande o Ceará por dentro do campo.
Tem jogadores viajados, mas falta um bocão dentro de campo, daqueles que gritam no momento certo e dão um chega prá lá nos que se excedem.

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QUEM ENTRA?
Marcelo Bonan expulso, sobra uma vaga de goleiro.
Quem ocupa?

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A CABEÇA DE RÔMULO
Após o jogo de sexta feira, depois de ter perdido um pênalti e desperdiçado uma chance de ouro com bola rolando, o atacante tricolor pediu calma nos microfones.
Faz sentido. Rômulo, apesar de ser um dos melhores jogadores do Fortaleza, ainda não é unanimidade no seio dos torcedores tricolores.

sábado, 5 de julho de 2008

FALTOU CATIMBA

Ceará fez uma boa partida frente ao ABC, mas deixou escapar uma vitória quase certa.

Foi um jogo onde houve predominância de atitudes de seus treinadores, que foram marcantes no desenrolar da partida.

Ferdinando Teixeira, ousado como sempre, fez trabalhar bem seus alas em descidas pelos lados do campo, onde Alisson foi o mais insinuante.

Nesse trabalho, os meias do ABC foram muito importantes, na medida em que ajudavam os alas a fazerem a passagem, enquanto puxavam os volantes do Ceará para os lados, abrindo espaços para lançamentos de meio, feitos pelos seus volantes, que armavam de trás.

No primeiro tempo o ABC fez quatro jogadas desse tipo, criando conflito de marcação na entrada de área do Ceará, onde um jogador, André Rancheria, estreava sem muito entrosamento com Dezinho.

Havia ainda o trabalho individual desse garoto Rodriguinho, habilidoso e de bom toque de bola, que abria seus próprios espaços, chamando os alas para um apoio mais eficiente, virando o jogo em profundidade, tanto para o lado direito, quanto para o esquerdo, o que resultou em muitos cruzamentos sobre a área do Ceará.

Essas duas jogadas criadas pelo ABC resultavam em muitas dificuldades para a defensiva cearense.

Nas bolas de meio, a confusão foi intensa, tanto que na primeira delas, quase o ABC marca, e a quinta resultou na expulsão do goleiro Marcelo Bonan, do Ceará.
Nas bolas de fundo, elas procuravam sempre o Valdir Papel, que se aproveitou da estatura mediana dos zagueiros cearense para ganhar algumas. Fez um gol de cabeça no primeiro e outro no segundo tempo.

Com 10 em campo e perdendo de 1 x 0, houve uma superação dos jogadores do time cearense, que chegou ao empate ainda no primeiro tempo numa descida de Cleisson, um dos melhores do jogo pelo Ceará, que contou com o apoio de Fábio Vidal para fazer o cruzamento e a complementação de Luis Carlos.

No segundo tempo o técnico do ABC imaginou uma coisa e deu outra.

Com sua visão de jogo, Ferdinando Teixeira retirou um zagueiro e fez entrar mais um atacante. Puxou um volante para a zaga porque o Ceará havia tirado seu meia para a entrada do goleiro reserva. Era a lógica do jogo e uma goleada à vista.

O que Ferdinando Teixeira não contava era com a expulsão do meia Jean, que mudou essa lógica e desestruturou a equipe..

Dez contra dez, agora era o Ceará que tinha espaço para jogar, e pelo meio.
Lula Pereira aproveitou a expulsão do jogador do ABC e fez crescer no jogo seus jogadores de meio. Cleisson, Chicão passaram a criar e sair mais.

Num contra ataque Chicão virou o jogo e noutro Luis Carlos ampliou.

Alvinegro cearense poderia ter segurado o placar, mas permitiu o empate em duas jogadas do ABC pelo lado direito. Fábio Vidal pregou e desequilibrou o sistema de marcação por aquele lado.

Valdir Papel cobrando e pênalti e de cabeça empatou o jogo e o Ceará deixou dois pontos em Natal.

Lula Pereira ainda tentou dar mais força técnica ao ataque com a entrada de Ciel.

A equipe ganhou força, velocidade nos contra-ataques, mas desperdiçou as chances.

Cleisson foi extraordinário para dar qualidade e equilíbrio nas saídas de bolas do Ceará, enquanto teve fôlego; Luis Carlos usou sua força física e aliou habilidade para aproveitar os contra-ataques. Foi solidário na luta; Vavá superou a marcação com alguns bons momentos de força e velocidade. Não teve grandes oportunidades no jogo e Ciel poderia ter sido menos individualista quando esteve no jogo. É habilidoso, limpa com facilidade, mas falta-lhe a solidariedade para a vitória.

O empate não foi justo. Ceará merecia a vitória, mas para segurar o placar faltou catimba.
COISAS DO FUTEBOL.

Jogando um futebol diferente, o Fortaleza perdeu ontem, no estádio
Castelão para o Vila Nova de Goiás pelo placar de 2 x 1.

O jogo apresentou aquilo que o torcedor costuma chamar de coisas do futebol.

Desenvolvendo um primeiro tempo quase impecável, o tricolor de aço não deu espaço para o Vila Nova.

Usando e abusando de jogadas rápidas, utilizando a rapidez e a habilidade de Léo Jaime, o dono da casa meteu três bolas na trave do Vila Nova ainda no primeiro tempo, mas nenhuma entrou.

O Fortaleza trouxe para esse jogo um meio campo diferente do que vinha atuando nas últimas partidas.
Rogério voltou como titular e fez um jogo com mais desenvoltura do que vinha fazendo antes de ser barrado.

Se antes saia para jogar, acompanhando os contra-ataques do time, no jogo de ontem guardou mais a posição e, ou ele ou Erandi só saiam quando tinham a posse da bola .

E essa posse de bola rendia bons contra-ataques,

Essa atitude evitou aquele passeio que as equipes adversárias faziam sempre que jogavam contra o tricolor de aço, quando os meio-campistas iam jogar, esqueciam de marcar e recebiam bolas nas costas, deixando no sacrifícios os zagueiros, que tInham que sair para combater, abrindo espaços muito bem aproveitados pelos atacantes.

No jogo de ontem o treinador Barbiere corrigiu esta postura e os volantes renderam mais, porque ficaram mais.

No primeiro tempo.

O segundo tempo mudou o campo de jogo e as atitudes também.

Givanildo Oliveira, que ainda no primeiro tempo colocou em campo Alex Oliveira para trabalhar mais a bola no campo de defesa do Fortaleza e segurar exatamente as saídas dos volantes, fez com no segundo tempo, os dois voltassem mais presos.
Givanildo conseguiu equilibrar mais aquele setor e o Vila Nova passou a render mais.

Logo no inicio do segundo tempo, o gol do Fortaleza numa cobrança de falta feita por Eusébio que Raul aproveitou.
Carlinho antecipou cobrança de escanteio no primeiro pau, empatou o jogo e calou a torcida tricolor, num prenuncio de que algo de ruim estava prestes a acontecer.

O pênalti perdido por Rômulo veio trazer mais intranqüilidade para o torcedor e o time.

A torcida exigia a vitória.
Essa ânsia contaminou os volantes do Fortaleza, que ao contrário do que fizeram no primeiro tempo, voltaram a atuar como nos primeiros jogos. Erandi e Rogério foram jogar mais adiantados.

Numa dessas saídas, o Vila Nova pega um rebote defensivo e arma contra-ataque mortal.
Virou o jogo e mandou o Fortaleza para a zona de rebaixamento.

O Fortaleza fez, ontem, talvez a sua melhor partida no brasileirão e não venceu.

Coisas do futebol.



CURTAS E RÁPIDAS.

Raul foi para o time principal do Fortaleza mais pela bom arremate de meia distancia que tem, que pela desenvoltura com que passeia pelo meio campo.
Não tem um bom passe, mas arremata com perfeição.
Ontem nem fez o que faz sempre, e bem; nem o que deveria fazer pela posição que ocupa – armar o jogo.
Mas deveria treinar mais passes longos. Melhoraria muito.

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Túlio Maravilha é tão de área que até se mexendo lá dentro torna-se perigoso.

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Paulo Isidoro fez falta, sim, pela carregada de bola e saída em velocidade com qualidade.

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Muito bom o trabalho do Rogério. Precisa conter um pouco o entusiasmo quando sai para jogar.
Volante que faz gols pode fazer uma diferença tremenda, mas não é muito a função dele.
O segundo gol do Vila Nova careceu de um volante mais fixo.
Reinaldo foi sozinho de seu campo de defesa até a entrada da área do Fortaleza e não havia ninguém para lhe dar combate.

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Rômulo tem muita garra, mas não precisa voltar tanto.
Essa volta repetida dificulta até o trabalho do outro atacante, que acaba ficando muito só e fácil de ser marcado.

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Só faltou um gol de Léo Jaime, no jogo de ontem, para enterrar de vez a tese de Lula Pereira sobre tamanho de jogador de futebol.
Deitou e rolou sobre a defesa do Vila Nova.
Infelizmente não fez um gol mas não apaga sua grande atuação.

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Sem vitória não se justifica boa atuação de um time de futebol. Por melhor que tenha jogado, nada justifica a derrota para o torcedor.

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Ceará entra em campo daqui a pouco. Pega o bom e bem treinado ABC, de Ferdinando Teixeira.
Vavá e Luis Carlos farão dupla de área.
Juntos formam um ataque de força(Luis Carlos), habilidade(Luis Carlos e Vavá), velocidade(Vavá), bom arremate(Vavá e Luis Carlos) e oportunismo(Vavá).

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Vem caindo a renda dos jogos do Fortaleza.
Presidente Marcelo Desidério já chiou.
Por enquanto vende almoço para comprar o jantar.
Logo, logo, se o torcedor não ajudar, nem mel, nem cabaça...

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Pênalti marcado pelo árbitro Antonio Hora Filho no Jogo Fortaleza e Vila Nova, gerou muita discursão.
No meu entender o árbitro esperou por uma suposta vantagem, que não deve existir quando se trata de penalidade.
Pouco adiantou. Rômulo perdeu...

sexta-feira, 4 de julho de 2008

CURTAS E DIRETAS.

Cearenses mais uma vez em campo.
Fortaleza hoje, Ceará amanhã.
As duas torcidas de olho.
A do Ceará mais esperançosa.
A do tricolor mais precavida.

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Justificativa mais que simples:
tricolor que parecia deslanchar
no inicio da competição, desce vertiginosamente para a zona de rebaixamento.
Já o alvinegro cola nos líderes...
Para quem não tinha nem um time para colocar em campo no inicio da competição, é muito alentador para seu torcedor.
Aguardemos, pois...

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Como é fácil ganhar dinheiro no futebol.
Hoje, basta ser alto.
Veja o caso Washington, do Fluminense.
Um atleta quase perfeito:
Alto como manda o novo figurino do futebol;
Forte como quer todo preparador físico;
Sem vícios como deseja qualquer treinador e diretor de clube...

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E a bola?
Lento e sem arranque como um pangaré em fim carreira;
Arremate mais fraco do que chute de elefante de circo;
Pontaria de arqueiro cego...
Tinha que perder o Fluminense!

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Um lance do jogo do Fluminense fez-me lembrar Finazzi,
aquele centro-avante que passou pelo Fortaleza.
Foi num campeonato brasileiro, se não me falha a memória.
Numa arrancada igual à de Washigton, atacante do Fluminense, que foi lançado de primeira, bola na frente, zagueiro atrás, no jogo contra a LDU.
Finazzi também recebeu um lançamento muito parecido, só que contra dois zagueiros, que tentaram segurá-lo pela camisa, por trás.

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Finazzi arrancou, rasgaram-lhe a camisa, ele permaneceu em pé e finalizou com felicidade.
Washigton preferiu cair ou não teve força para permanecer de pé.
Perdeu o gol, o Fluminense perdeu o jogo e o futebol brasileiro foi mais uma vez vice da libertadores.

E o Washington tão grandão!...

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Ciel foi perdoado pela diretoria do Ceará.
Mais uma vez o jogador aprontou.
Agora os amigos evangélicos vão tentar reverter a situação.
Todos precisam de ajuda.
Todos precisam de uma mão para os instantes em que o espírito fraqueja.
De todas as mãos a mais importante é a de si mesmo.
Nenhuma força será tão grande, se outra de mesma intensidade não partir do âmago dele mesmo.
Chama-se impulso.
É uma lei da física que vale para o espírito humano também.
Força, Ciel!

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terça-feira, 1 de julho de 2008

A MERCÊ DE EMBRIAGADOS


Futebol brasileiro no geral e o cearense em particular sofrem com o alcoolismo e a droga química.
Grandes craques têm enterrado suas virtudes em copos de bebidas, em carreirinhas de cocaína ou charutos de maconha.
O futebol cearense tem sofrido na pele esses desacertos de comportamento de seus principais craques.
Isso se tornou mais público nas últimas três décadas.
Muitos craques despontaram para a fama, foram promessas, mas encerraram seus futuros na masmorra do vício.
O cearense mais vivido há lembrar os grandes craques que aprontaram sob o império do vício.
Numa época em que o talento superava a pouca condição física de alguns, até que o torcedor e o dirigente entendiam e toleravam.
Grandes talentos se exacerbavam no álcool e drogas químicas, iam para a "barca”, freqüentavam cabarés em véspera de jogo e muitos dirigentes iam buscá-los, davam-lhes um banho gelada e estava em forma novamente o grande jogador para desmanchar os cabeças-de-bagre. Aqueles que nada jogavam.
Hoje, com o desenvolvimento de técnicas de preparação física, que condicionam mais o atleta, no sentido corpo, que o jogador, no sentido talento, é fundamental que o virtuoso de talento cuide de seu instrumento físico. Seu próprio corpo.
Observa-se que o passado está se repetindo na vida de alguns talentos de hoje, porém de maneira nada promissora.

É que o cabeça-de-bagre de hoje está preparado fisicamente para enfrentar o talentoso, com tanta eficiência, como se virtuoso fosse!
Ou craque de hoje toma consciência que é um doente de qualquer vício, e que é necessário se curar; que está se prejudicando e pondo em risco sua brilhante carreira; que com sua atitude está causando prejuízo a terceiros - torcedores, dirigentes, o clube que o contratou para jogar futebol;ou do contrário, assistiremos a derrocada desse futebol e os clubes, dirigentes, torcedores, imprensa, ficarão eternamente a mercê de embriagados.

LEMBRANDO JORGE LUIS.

Barbiere está chegando ao Fortaleza e já está pedindo um monte de jogadores.

Jorge Luis foi treinador do Icasa em 2006.
Estava na média de outros treinadores.

Em idade e conhecimento sobre táticas de jogo.

Mas Jorge Luis proferiu uma frase, que passou despercebida pelos formadores de opiniões, quando deveria ter tido uma interpretação mais contundente.
Certa noite, após um jogo do Icasa no estádio Presidente Vargas, o velho PV, numa entrevista a um repórter cujo nome não me recordo e a emissora também, e que por isso peço desculpa por não lhes dar o crédito, Jorge Luis foi inquirido sobre o porquê de não ter um empresário que lhe intercambiasse para um centro maior, porque na visão do repórter, Jorge Luis tinha virtudes para isso.

O técnico do Icasa respondeu com uma pérola, que bem espelha a razão de certos treinadores já chegarem aos seus novos clubes com uma lista homérica de contratações à mão:

“NÃO TENHO E NEM QUERO!
O EMPRESÁRIO ARRANJA EMPREGO PRA GENTE, DEPOIS QUER QUE A GENTE EMPREGUE AS BOMBAS QUE ELES NOS MANDAM!”

Estava lendo sobre o Barbiére e me lembrando do JorgeLuis...

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