ESTE É O BLOG DO CRONISTA ESPORTIVO MARTINS ANDRADE SOBRE O FUTEBOL CEARENSE.
FUTEBOL BAIÃO-DE-DOIS - O NOSSO FEIJÃO COM ARROZ.

domingo, 27 de julho de 2008

O MADUREIRA DO FINADO ZÉ CHICO

Havia um time suburbano, lá no Bairro João XXIII, chamado Madureira, cujo dono e treinador era um modesto cidadão chamado Zé Chico.
Apaixonado por futebol e pelo seu querido Madureira, Zé Chico tinha sempre uma explicação quando levava uma goleada: “O juiz roubou nosso time”
Zé Chico morreu, mas a explicação dele virou moda. Todo time que perdia de goleada, justificavam com o roubo do juiz.
Mudando do Madureira do finado Zé Chico, o torcedor do Leão anda cabisbaixo. Não é meio cabisbaixo. É todo.
Já faz tempo que o tricolor do Pici nada oferece à sua torcida para comemorar.
Aliás, minto, terça-feira teve uma comemoração que deu novo alento ao torcedor, que esperava a volta de novas vitórias.
Foi só uma ventania.
Ah, como seria bom se os nossos dois clubes estivessem fazendo uma ótima campanha no brasileirão!...
Infelizmente, dos dois, é o Leão quem rasteja.
Mas ainda há tempo.
Falei em um comentário atrás, que para se recuperar, o Fortaleza teria que iniciar uma melhora, o mais rápido possível, e isso teria que ser ainda nesta primeira volta.
A vitória conta o CRB bem que animou, mas veio o Marília e o pesadelo retornou.
Tem muito trabalho a ser feito.
Novas contratações também estão acontecendo. A diretoria trabalha, mas a reposta deve acontecer com a velocidade de um lançamento longo: preciso e rápido, senão não chega.
Jorge Verás, do alto de sua experiência, já iniciou algumas correções, sobretudo no setor de marcação na frente da zaga.
Falei muitas vezes que os dois volantes do tricolor voam e saem. O buraco fica.
Dude pode não ser o que se espera de um volante moderno, mas dá mais tranqüilidade aos detrás.
Falta romper uma implicância de não sei quem, que impede a escalação de Mazinho Lima como titular.
Paulo Isidoro já apresenta alguma melhor na saída de bola de meio campo. Se Mazinho chegar, também vai ajudar muito. E um outro problema que pouca gente tem mencionado, mas que existe: a defesa do Fortaleza não se acerta. Também ninguém sabe quem joga na próxima partida!
Se derem tranqüilidade ao Jorge Veras ele acerta o time.
Por enquanto o Fortaleza tanto apanha como dão nele.
Igual ao Madureira do finado Zé Chico.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

EM VERSO E PROSA

Parece que deram a dica para o Corinthians chegar aqui e insistir em usar um lado do campo apenas para tirar vantagem em cima da defensiva alvinegra.

Ou entregaram o vídeo do jogo contra o Barueri ao técnico Mano Menezes e ele analisou o que todo mundo já sabia; ou em último caso, o próprio Mano Menezes viu o jogo e observou que o Ceará cobre mal um dos lados, mercê de de um de seus volantes serem lentos para essa função.

Só sei que o Corinthians veio com força pelo lado direito da defensiva alvinegra com três jogadores triangulando em cima do bom ala Dedé.

Se deu bem, pra começo de conversa e inicio de jogo.

Conseguiu chegar ao fundo umas cinco vezes, arranjou a falta do primeiro gol...

Até que Lula Pereira acordou e puxou Mancuso mais para o lado quando o Ceara estivesse sendo atacado.

Nesse ponto, Mancuso foi mais eficiente que o titular Chicão porque, se este consegue sair bem, tem bom passe, na retaguarda cobre mal.

Mancuso somou mais essa qualidade às outras que lhe assemelham ao titular.

Daí ter sido mais eficiente. E mais: apresentou-se com maior visão de jogo.

O certo é que o Corinthians que ensaiou um passeio pelo seu lado esquerdo, parou quando o segundo volante Mancuso veio cobrir.

Este foi um momento tático que Lula Pereira conseguiu anular.

Equilibrada a retaguarda, o time de Lula Pereira foi jogar, mesmo porque, como já falamos, o Corinthians abriu o placar no momento de desarrumação e foi esperar o Ceará.

Mancuso sem bola fechava atrás. Com bola saia para jogar.

Outro fator importante, que convém ressaltar, foi a boa participação do Marcos Paraná no primeiro tempo. Junto com Cleisson, fez boa movimentação na parte de criação, já não perdeu tanta bola quanto nos jogos anteriores e ajudou a criar situações de dificuldades para meio campo e defesa do Corinthians.

Cleisson foi excelente na segurada de bola. Sabe fazer isso muito bem.

Na frente, Ciel criou também situações difíceis para a defensiva corintiana, apesar de finalizar mal, e não passar para ninguém, mesmo assim foi muito importante.

Todo jogador capaz de criar situações de dificuldades para a defesa adversária é importante.

Não importa se finaliza mal ou não. Muitas vezes o adversário nem sabe disso.

E o cambota Luis Carlos foi importante com sua presença de área, sobretudo quando recebeu a bola de Mancuso para o primeiro gol.

Bola alta, geralmente os atacantes querem bater de primeira, tentar o cabeceio...

Na bola que resultou no primeiro gol do Ceará, passe de Mancuso, o Cambota dominou com uma calma de matar qualquer um do coração, esperou a saída do goleiro e tocou.

Depois o Ceará passou à frente no marcador com gol de Luis Carlos cobrando pênalti.

O Corinthians empatou num erro do miolo de zaga do Ceará.

Mas esse tipo de falha na zaga alvinegra é cantado em verso e prosa pelos cantadores e emboladores do nordeste inteiro.

Tem até rima, que os violeiros chamam de mote:

Se o Ceará estiver vencendo
É bom não se alegrar
Antes do final do jogo
Sua defesa vai falhar

domingo, 20 de julho de 2008


CURTAS E RÁPIDAS

SOBRANDO NO CASTELÃO
Sol a pino e os refletores do Castelão acesos.
Das duas, uma: ou dinheiro muito, ou energia sobrando.

QUEM PERDE É O FORTALEZA
Fortaleza carecendo de maior poder de retenção de bola no meio campo, de maior qualidade de passe para os atacantes e o técnico Barbiere coloca mais um atacante.
Falei para os companheiros ao lado: “não vai dar certo”.
Não podia dar.
Quem faria a bola chegar neles?
O jogo pedia Mazinho Lima!
Mazinho Lima deve jogar e solto, como já fez neste mesmo Fortaleza, no Ceará, e com liberdade para criar.
Mas parece que tem uma pinimba com o jogador pelo lado de fora do campo, que não o estão colocando para jogar.
Besteira... Quem perde é o Fortaleza!

MORTO DE CANSADO
De tanto tentar recuperar bolas perdidas pelos meias do Fortaleza, Erandi morreu para o jogo exatamente aos 23 minutos do segundo tempo.
Diga-se de passagem: morto de cansado.

A PASSO DE TARTARUGA
As bolas longas para Léo Jaime estavam chegando, o jogador estava conseguindo avançar em velocidade, mas ou arrematava direto no gol, ou cruzava pra ninguém.
É que no Fortaleza os meias não chegam.

ATÉ PELA DIRETORIA
O terceiro gol da Ponte Preta foi moleza, moleza.
Lá no subúrbio, quando acontece um gol daquela maneira, o torcedor grita logo: passou até pela diretoria!

TEM QUE SER AGORA.
Ou o Fortaleza se arruma ainda nesta primeira volta ou vai se complicar mais.
Vejam bem: quem começou mal e vai se recuperando, a tendência é crescer mais, de tal modo que ao alcançar o meio do campeonato, já tenha um time equilibrado e lutando em pé de igualdade com as outras equipes, que também estejam crescendo.
Quem começou bem e está em queda de produção, caso do Fortaleza, ou retoma a um crescimento acelerado, ou vai cair cada vez mais.
A não ser que haja queda de produção dos que já atingiram o ponto máximo.
Mas nesse caso, não serão todos.
Ao tricolor de aço só resta uma alternativa: tem que ser agora.

BARBIÉRE DEMITIDO
“Barbiére não tem mais condição de permanecer. O time esta desarrumado. Tem que vir outra pessoa e arrumar!” Lúcio Bonfim, ontem.
Já tem outro desarrumado.
Barbiére perdeu o emprego.


A FADIGA DOS CRAQUES.
Coringão perdeu a invencibilidade.
Já havia empatado alguns jogos em que merecia ter perdido.
Algumas equipes que disparam em campeonatos longos, acabam tendo queda de produção lá pela reta final.
Há varias explicações para isso.
Primeiro uma espécie de fadiga que se apodera de alguns jogadores, e eles alternam boas e más apresentações; segundo, com a velocidade da informação, muitos outros treinadores têm como estudar o modo de jogar de cada equipe que enfrentarão; a terceira é decorrente das duas: os técnicos estudam o modo de jogar de cada treinador adversário e os responsáveis dentro de campo pela execução dessas jogadas são rigidamente marcados.
Como evitar. Um bom plantel com jogadores a altura para as substituições, e um treinador que tenha um leque de jogadas trabalhadas para alterná-las.
O G-4 DE CIMA.

Fortaleza perde para a Ponte Preta em pleno Castelão... Mais uma vez
Mais uma vez o tricolor mostrou desarrumação em seu meio de campo.
Falamos daqui que havia uma incerteza entre os dois homens encarregados de combate à frente dos zagueiros. Citamos os casos de Erandi/Rogério, Erandi/Leandro que teimavam em sair os dois, deixando os zagueiros ao deus-dará.
No jogo contra a Ponte Preta este problema de quem ficava, pareceu mais ou menos resolvido.
Outro problema se mostrou evidente, difícil de ser percebido por leigos em futebol, porém de uma importância extraordinária para quem o pratica e comanda, e que já falamos também neste blog: não há armadores no Fortaleza.
Erandi tenta fazer isso detrás, os adversários já perceberam e anulam essa jogada que o bom volante do Fortaleza tenta.
O técnico Barbiere bem que tentou, trazendo para a armação Eusébio, que com certeza alguém deve ter soprado em seu ouvido que, na base, jogava naquela posição.
Eusébio é um jogador que tem um bom toque de bola, alguma habilidade, mas falta-lhe força física para executar com mais perfeição aquela função. Há momentos no jogo que um meia precisa proteger a bola antes de tocá-la, esperando um deslocamento, ou necessitando de fazer uma jogada mais apurada. Se não tem como ter a posse de bola, acaba perdendo-a, ensejando contra-ataques, sacrificando os companheiros para tentar recuperá-la.
Raul também citamos em um comentário nosso, não tem um bom passe, e hoje mostrou que também não tem uma boa posse de bola. Perde com facilidade. Tem como condição para sua permanência como titular do tricolor apenas o bom arremate de longa ou meia distancia. Pode ser muita coisa para ele, Raul, porém muito pouco para um time, entendendo-se como time, o todo.
Da ausência de bons meias no Fortaleza resulta que os atacantes ficam sem receber, ou quando recebem, têm que resolver sozinhos;
ou a defesa tem que trabalhar mais em face dos constantes contra-ataques dos adversários.
O jogo de hoje mostrou isso.
Raul passeou dentro de campo, Eusébio não teve forças para suplantar seus marcadores, e Erandi de tanto correr para tentar recuperar bolas, pasmem, pregou.
A defesa do Fortaleza virou presa fácil para os atacantes da Ponte Preta.
Escolheram o lado esquerdo da defensiva tricolor e chegavam em tabelas rápidas, dois ou três, com um homem surpresa entrando em velocidade pelo meio, surpreendendo o zagueiro da cobertura.
Fizeram quatro. Valeram três.
Derrubaram Luis Carlos Barbieri, que sai sem nenhuma vitória e deixa o Leão do Pici quase na lanterna da série B.
A torcida se apavora. Time no G-4 de baixo começa a ter pesadelo com a terceira divisão.
É bem verdade que está longe, mas o tricolor tem que arrumar um lenço de competência e colocar no nariz porque a poeira vai começar a incomodar mais ainda.
Os clubes que se arrumaram no inicio da competição, vão aos poucos ganhando força coletiva e crescendo no campeonato.
Ao Fortaleza resta, ainda nesta primeira volta, retomar o crescimento de jogo, sob pena de comer poeira quando a curva do desespero tomar conta dos participantes. Sobretudo aqueles que ainda não encontraram a feliz estrada do G-4 de cima.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

COMENDO PELAS BEIRADAS.
Pelos lados foi por onde técnico Heriberto da Cunha ensinou seus comandados a chegar no gol do Ceará.
Por ali os alas do Barueri fizeram a festa no primeiro tempo.
Havia desproteção nos dois lados da defensiva alvinegros.
Dessa vez Michel não foi suficiente para conter as descidas rápidas do Barueri. Os outros jogadores que trabalham no setor de marcação de frente de zaga sempre complicaram.
Chicão é muito bom quando se trata de saída de bola, mas tem um pouco de deficiência quando tenta uma marcação mais forte. Falta-lheainda um pouco de velocidade nas coberturas dos lados. O outro volante que poderia dar mais força de marcação seria o Alex Brás, que também não esteve bem.
Um pouco mais à frente, Marcos Paraná não arma nem desarma, perde bolas com facilidade e erra passes demais para um jogador que necessita ter esse fundamento muito bom para trabalhar naquele setor. Todos esses aspectos citados sobrecarregam os detrás. Michel ficou muito sobrecarregado.
E teve ainda o fator duo de zaga, que no jogo de ontem foi abaixo do esperado. Falhas gritantes no miolo ensejaram facilidades de conclusões para os atacantes do Grêmio Barueri.
Três gols do time da casa vieram de bolas de lado ou de fundo e os dois zagueiros de área do Ceará não foram capazes de conter. Olhavam para a bola e esqueciam os atacantes, que até trocavam de lugar dentro da área alvinegra com a bola ainda viajando.
Ainda bem que ainda no primeiro tempo, embora um pouco tardio, o técnico Lula Pereira conseguiu dar uma parada nas investidas do Barueri pelos lados. Fez um dos volantes encostar no meia Ésley para não deixa-lo armar. Michel já reforçava a cobertura do Izaquiel e posicionou melhor Fábio Vidal para não levar tanta bola nas costas, quando o Marcos Pimentel passava.
Mas já havia tomado três gols.
Heriberto da Cunha comeu o Ceará belas beiradas.


CIEL AZUL.
Ciel foi o jogador que consegui dar mais sentido a uma equipe que joga fora de seus domínios.
Foi o diferencial do Ceará. Foi para a briga com força e habilidade e conseguiu equilibrar o jogo, porque fez o Heriberto da Cunha puxar dois jogadores para acompanhá-lo, o que liberou de marcação outros jogadores de meio campo do Ceará. Marcos Paraná ficou mais livre. Poderia ter rendido mais. Ficou só na beleza do gol marcado de longe, num belo arremate, surpreendendo ao goleiro do Grêmio Barueri.
Ciel foi uma surpresa, não pelas suas qualidades técnicas, já sobejamente conhecidas, mas pela vontade, a garra com que partia para cima da marcação, superando-a em muitas vezes. Fez dois gols, um de pênalti e outro de rara beleza, e ainda meteu uma na trave em cobrança de falta.
Foi a superação técnica de Ciel quem deu equilíbrio ao jogo.
Na noite de ontem em Barueri, o Ciel estava azul.

terça-feira, 15 de julho de 2008

OLHANDO PARA TRÁS


Falando ainda de Mirandinha, que começou no Tubarão da Barra, e disse que carregou pedras para construir a Vila Olímpica, lembrei-me de outros jogadores que passaram pela Barra carregando alguma coisa.

No curto tempo que passei por lá, havia o Stélio, que auxiliava o pessoal de apoio: roupeiro, massagista...

E o Stélio era o encarregado do gelo.

O gelo dos profissionais.

Acabava o treino, sol a pino, todo mundo corria para os alojamentos, cada um querendo chegar primeiro, e já estavam lá os copinhos, enfileirados com água e gelo, que o Stélio havia preparado.

Era uma festa!

E arranjaram um auxiliar para o Stélio: um menininho alourado, magrinho, perninhas secas, meio sarará...

Seria o geleiro dos juvenis.

A moçada pegava o geleiro dos juvenis e fazia troça com ele.

Amarravam a camisa em volta de seu corpo magrinho, pegavam gelo e metiam dentro.

E ele saia correndo, desamarrando a camisa, escrachando todo mundo!

Às vezes chorava!

O Stélio era mais parrudo, ninguém mexia com ele.

Mas o Grilo...

Pouco tempo depois os dois trocaram o saco de gelo por chuteiras.

Stélio e Grilo tornaram-se jogadores profissionais.

Grilo foi para o Sport Recife, fez sucesso, encerrou a carreira e está sempre pelo PV.

Stélio não sei onde anda...

segunda-feira, 14 de julho de 2008

CURTAS E RÁPIDAS

PEGANDO A SELA
Presidente Lúcio Bonfim foi o entrevistado, neste domingo, do programa Debate Bola, da TV Diário, muito bem conduzido com a serenidade e fleuma de Tom Barros.
Entre uma e outra revelação, Lúcio Bonfim deu entender que já não havia mais clima para a presença de Marcelo Desidério no comando tricolor. “Alguns diretores já estavam se afastando...”, deixou escapar o atual mandatário do Leão.
De primeiro, no interior, quando a visita pegava a sela, os arreios do cavalo. o dono da fazenda já sabia que a pessoa queria ir embora.
No Fortaleza já havia “nêgo” pegando a sela.

FORTALEZA S.A
Revelou ainda o presidente Lúcio Bonfim que quer abrir a empresa Fortaleza Esporte Clube para investimento na bolsa de valores.
Parece que há investidores querendo aportar recursos financeiros no Leão, além do atual patrocinador.

LÚCIO OTONI DINIZ BONFIM
Lúcio Bonfim quer repetir Otoni Diniz, que quando foi presidente do Fortaleza transformou o Pici numa verdadeira fábrica de craques.
Na época o gerente dessa fábrica chamava-se Moésio Gomes. Subgerente: Luis Veras.
Foi um período de ouro para o Leão do Pici.
A fabrica produzia para consumo interno e externo.
Muitas fornadas de craques saíram dali.
Na sua gestão, Lúcio Bonfim quer repetir o feito.

VIAGEM LONGA, ESTEPE NOVO
Num campeonato longo como o brasileirão, os clubes necessitam das chamadas peças de reposição, se possível genuínas, bom jogador para substituir bom jogador.
Tem esse negócio de bonzinho como reserva, não.
Contudo é difícil essa situação.
Geralmente os reservas são só bonzinhos mesmos.
Vejam o caso do Ceará. Não contará com Dedé, Luis Carlos e Cleisson para o próximo jogo.
São jogadores já engrenados no time, e com certeza suas ausências serão sentidas, cada qual pela sua importância dentro do sistema de jogo que Lula Pereira está ajustando no Ceará.
Torcer para que, quem entrar, possa corresponder.
É assim mesmo, quem se arrisca numa viagem longa tem que ter estepe bom, se possível, novo.

NOSSOS AMIGOS PATROCINADORES